A desigualdade de gênero no mercado de trabalho foi tema do pronunciamento da deputada Simone Santana, do PSB, na Reunião Plenária dessa terça. A parlamentar repercutiu declaração da presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármem Lúcia, de que a nossa sociedade é machista e patriarcal. A deputada usou o caso para exemplificar as diferenças de oportunidades no Poder Judiciário. “Ela foi precisa ao pontuar que todos os poderes, cargos públicos, Judiciário, Ministério Público, ou mesmo a advocacia, são cargos que tiveram modelos segmentados socialmente para homens e pelos homens.”
Simone Santana destacou que é autora do projeto de de lei que cria o Dia Estadual da Mulher Advogada, a ser comemorado em 20 de maio.
A campanha “Diga Não ao Racismo”, promovida pelo Ministério Público de Pernambuco em parceria com os clubes de futebol do Recife, foi celebrada pelo deputado Bispo Ossesio Silva, do PRB. O parlamentar afirmou que a ação é importante para a população negra. “Espero que essa campanha possa conscientizar a população de que a racismo é crime sensibilize todas as pessoas e principalmente os torcedores.”
A comemoração dos 500 anos da Reforma Protestante, liderada na Alemanha pelo monge Martinho Lutero, foi celebrada nos pronunciamentos dos deputados da bancada evangélica. André Ferreira, do PSC, e Joel da Harpa, do Podemos, exaltaram a coragem do líder reformista. O deputado Pastor Cleiton Collins, do PP, também destacou o legado de Martinho Lutero. “Havia um impedimento muito grande das pessoas de ter o conhecimento da verdade, a Bíblia como ela é. Se hoje nós temos esse entendimento do que é a Palavra de Deus, tão importante, pregada nos cultos, nas igrejas, é porque alguém pagou um alto preço: os reformadores.”
Ainda sobre o tema, Odacy Amorim, do PT, defendeu a liberdade de culto. “Em qualquer tempo que a humanidade optar por ligar a religião ao Estado corre o risco de impor, de atropelar, porque sempre o Estado deve estar separado da igreja, da fé. As pessoas têm que ter a liberdade de crer.”
A deputada Priscilla Krause, do Democratas, repercutiu matéria exibida pelo Jornal Nacional, no último sábado, que revelou a paralisação do projeto de navegabilidade do Rio Capibaribe. Mais de 75 milhões de reais já foram investidos na obra, segundo a reportagem. Priscilla criticou o argumento apresentado pela gestão municipal para a interrupção. “O maior empecilho foram as palafitas. E se continuássemos com a dragagem, as palafitas simplesmente desabariam. Claro e evidente. É óbvio. Não precisa terminar uma faculdade para saber isso. Não precisa ser um projetista de renome.”
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